sexta-feira, 23 de março de 2012

Exercício II.2

             Na última aula da disciplina de maquetes foram exibidos alguns exemplos de exercícios bem sucedidos e outros com algumas deficiências. Dentro desse contexto, algumas das minhas etapas apresentaram aspectos que deixaram a desejar. Assim, a melhor alternativa foi refazê-las a fim de sanar esses equívocos.

Etapa I
Problemática encontrada foi a ausência de subtrações e adições que realmente modificassem o sólido anterior, mas que mesmo assim mantivessem a memória visual inicial (1; 2). Com receio de alterar de modo exagerado, contive-me nas alterações, o que, nesse caso, acabou ficando restrito a meras mudanças de algumas peças. Refazendo o exercício, percebi que o que garantiria a memória seria a coerência das arestas(3; 4; 5).
                                                                              (1)
(2)
(3)
(4)
(5)
Etapa IV

A principal reivindicação dessa etapa consistia na relação de proporção e escala. Na representação do MASP não respeitei a altura dos pilares, que ficaram altos.

Etapa V
Essa foi a etapa proposta na última aula, 22.03. Ela era, na realidade, parecida com a de número um, que exigia a modificação da estrutura, preservando a memória.




















sábado, 17 de março de 2012

Exercício II

                  O Lego é um material que permite a visualização de formas volumétricas através da visualização tridimensional. Por isso, o maior objetivo do exercício era manipular esses blocos a fim de se obter cheios e vazios, porém mantendo a figura inicial, e, além disso, observar a tensão entre as peças. Isso deveria ocorrer de modo que a proporção e a escala fossem mantidas.
                  Assim, essa tarefa era formada por quatro etapas. Cada qual continha uma exigência.

                 Etapa I: cheios, vazios e tensão
                 Primeiramente, a partir de algumas peças (1), deveríamos criar uma figura cuja superfície externa fosse completamente lisa (2), ao passo que o interior da mesma contivesse irregularidades (3). Depois disso, a ordem era para que separássemos o sólido(4; 5; 6) e combinássemo-lo, retirando algumas peças. Contudo, a forma inicial deveria ser parcialmente mantida mesmo com novas irregularidades (7; 8; 9; 10; 11).
                                      

                                                                                (1)
(2)
(3)
(4)
(5)
(6)
(7) 
 (8)
 (9)
 (10)
(11)

                 Etapa II: tensão entre volumes
                 Na segunda parte do exercício, foi exigida a criação de uma figura vazada, mas, agora, com superfície interna lisa (12; 13). Para completar esse vazio, uma outra peça deveria ser constituída (14). Ambos devem estar desconectados para que haja uma exploração das diversas formas que podem ser montadas (15; 16; 17; 18).
 (12)
 (13)
 (14)
 (15)
 (16)
 (17)
(18)

                 Etapa III: tensão entre planos e volumes
                 Esse processo era, na realidade, uma complementação da segunda etapa, pois era preciso adicionar uma superfície plana, espécie de cobertura (19). Há um certo equilíbrio e estabilidade graças à centralização da figura plana verde escura e, também, à base que garante firmeza, solidez, firmitas.

 (19)

                  Etapa IV: escala e proporção
                  A etapa de número quatro era a que unia as demais e, portanto, exigia uma relação de escala através da representação de uma obra arquitetônica já existente. Escolhi duas das apresentadas em aula, o Museu de Artes de São Paulo, o MASP(20; 21), e a edificação Wozoco(21; 23). Eles podem ser considerados obras complementares, pois, ao passo que o MASP, obra da arquiteta Lina Bo Bardi, apresenta um grande vão livre, o Wozoko, da MVRDV, localizado em Amsterdam, é um imenso "bloco" com algumas adições.Todavia, apesar das diferenças existentes, os dois têm como característica a beleza, venustas, e uma utilidade, utilitas. No caso do MASP, um museu, obviamente, e do Wozoco, um edifício residencial dirigido a pessoas idosas, cuja estrutura um tanto fora do padrão deve-se a uma limitação do plano diretor, que delimitou a altura da edificação.  Vale destacar que para a realização desse exercício foi mantida apenas a proporção, sem ser fiel às cores, devido à deficiência material.

 
(20)
(21)
 
(22)
(23)

Trinômio vitruviano: venustas, firmitas e utilitas.

sábado, 10 de março de 2012

Exercício I

                    Na primeira aula da disciplina de maquetes I, nos foi proposto o desenvolvimento de dobraduras com a utilização de papel sulfite A4. A partir delas, deveríamos propor utilidades diversas e mostrar a variação de escalas através de calungas. Duas formas foram, inicialmente, exibidas para o desenvolvimento do exercício. Todavia, as professoras não delimitaram esses modelos como os únicos e, por isso, busquei mais uma alternativa. Assim, os três moldes inicias foram desenvolvidos a partir de uma folha com formato quadrado, a exceção de um.

                                Modelos iniciais

Após realizar as dobraduras, escolhi algumas calugas para representar as variadas escalas. 

Dobradura 1
                                                                              Sofá
                                                                    Prédio comercial
                                                                      Bebedouro
Túnel com passagem para carros e, separadamente, para pedestres
Mobília para sapatos

Dobradura 2:
                                                           Prédio comercial (vista 1)
Prédio comercial (vista 2) 

Dobradura 3:
Luminária (acesa)
Luminária (desligada)

Dobraduras com mais de um modelo:
                                                                    Cabine telefônica
                                             Túnel de acesso a grandes empreendimentos (ex: estádio)
                                                           
 
                                                                  Banco com 4 lugares